sábado, 24 de julho de 2010

Curso de Linguagem Fotográfica

O curso de linguagem fotográfica é dirigido a profissionais e estudantes de Fotografia, Criação Publicitária, Cinema, Web Design e áreas afins.

Os conteúdos objetivam os princípios de composição estética e produção de significados que compõem a imagem dentro de cada genêro/aplicação da fotografia.
O curso está divido nos seguintes módulos:

Básico – Compreensão e criação de mensagens visuais (agosto em 2010 – inscrições abertas)
Moda/Book – Composição e direção de retratos aplicados
Eventos – Cobertura e narração visual de atividades sociais
Publicidade – Articulção da imagem para criação de necessidades e desejos
Jornalimo e Documentação – Registro e reportagem de acontecimentos públicos
Arquitetura e Urbanismo – Análise da aparência da paisagem urbana e edificações

É importante ressaltar aos alunos interessados nos módulos de conteúdo aplicado a necessidade de cursar o módulo básico para melhor aproveitamento.

Instrutores: Ivany Sevarolli, Juliana de Almeida Pereira


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Módulo Básico – compreensão e criação de mensagens visuais

O módulo básico – compreensão e criação de mensagens visuais objetiva produzir e analisar fotografias se apropriando de métodos da semiótica como forma de utilização de signos para construção de uma “ frase visual”. O módulo abordará o seguinte conteúdo:

A frase Visual
Elementos Básicos de Composição Visual
Estratégia de Composição Visual
Estratégia de Composição Fotográfica
Introdução ao Discurso Fotográfico

Todos os conteúdos serão exercitados através de práticas de análise de imagens, culminando na elaboração de um projeto final para avaliação do aproveitamento do módulo.


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Carga-horária: 24 horas (8 semanas – às quartas-feiras, das 19h00 às 22h00)

Turma: 40 alunos (mínimo 15 alunos)

Período: 18, 25/08 e 01, 08, 15, 22 e 29/09 e 06/10 de 2010

Local: Anfiteatro do Arquivo Histórico de São Paulo (Praça Cel Fernando Prestes nº 152 – Bom Retiro – Metrô Tiradentes

Requisitos básicos: possuir máquina fotográfica digital simples e conhecimentos básicos sobre manuseio da câmera fotográfica

Investimento: R$ 300,00 (para parcelamento em duas vezes – contactar por e-mail)
Associados ArquiAmigos – desconto de 30%
Reserva de 4 vagas para funcionários do Arquivo Histórico de São Paulo

Inscrições – clique aqui para acessar o formulário.

Contato: arquiamigos@arquiamigos.org.br

http://arquiamigos.org.br/blog/?page_id=101

3 comentários:

  1. Flusser, da FAAP, Tcheco e Hebreu, diria que o APARELHO

    (aparelho computador, Aparelho de TV, Aparelho Fotografico, Aparelho de Estado Gramnscky, etc)

    roda um
    ...
    PROGRAMA {indicações de sinais e regras de combinação= SAUSSURE linguagem- SIGNAGEM (PIGNATARI) e outras SEMIÓTICAS COMO A narrativa do quadrado de GREIMAS}

    o pROGRAMA DE tV NOS programa - NA iNDUSTRIA cULTURAL DE adorno .

    Adorno = enfeite, coisa bonita.

    E os usuários ingênuos (massa de manobra ou Inocente útil, o Cavalo no livro REVOLUÇÃO DOS BICHOS)

    são os FUNCIONARIOS

    que fazem o APARELHO

    rodar seu PROGRAMA ideológico (vide MATRIX o filme parte 1) .

    e, os fazer, são PROGRAMADOS (Lavagem Cerebral ou Doutrinação ou Propaganda)

    Tudo Pós-História segundo Flusser !
    Ver mais

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  2. Linguagem via Saussure- Conjunto de sinais + regras de combinação , ou seje, Vocabulário e gramática.

    Deste modo podemos sim falar de uma Signagem-Linguagem Fotogr´afica, Cinematografica, de História em Quadrinhos (no Nihon- Mangá e Hentai) ...e de uma NARRATIVA visual no sentido de Greimas e seguidores!

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  3. A palavra "INTELECTUAL" foi usada pela primeira vez em França, nos finais do século XIX, durante o caso Dreyfus para descrever aqueles que se batiam ao lado de Dreyfus (chamados de Dreyfusards) : Émile Zola, Octave Mirbeau, Anatole France. O termo "intelectual" como substantivo em francês é atribuído a Georges Clemenceau em 1898, ele próprio um proeminente defensor de Dreyfus.

    Intelectual é aquele "dedicado de preferência ao cultivo das ciências e das letras." Como se houvesse uma necessidade de justificar a sua presença e ação; como se o próprio contexto se resistisse a conviver com ele; como se o mesmo princípio que o define, o de ter a coragem de dizer "não", acabasse caindo encima dele.

    Um intelectual é uma pessoa que usa o seu "intelecto" para estudar, reflectir ou especular acerca de idéias, de modo que este uso do seu intelecto possua uma relevância social e coletiva.

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